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		<title>Blog do Pedro -- Tecnologia</title>
		<link>http://www.pedrocr.net/tecnologia/</link>
		<description>Secção sobre coisas tecnológicas do blog do Pedro</description>
		<language>pt</language>
		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
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		<title>Pós-processamento</title>
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		<description>&lt;p&gt;
Hoje estive a processar quase todas as fotos que estão no site. Armei-me em esperto e estava a usar um &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Color_space&quot;&gt;espaço de cor&lt;/a&gt; supostamente melhor que o standard. Mas como os nossos monitores estão todos configurados para o standard sRGB as cores ficavam um pouco distorcidas. As fotos agora já devem ter melhores cores.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Bastava converter os JPGs para sRGB e tudo ficava bem. Como normalmente fotografo em RAW, tendo acesso à informação directamente vinda do sensor da máquina. Isto permite-me escolher o espaço de cor e o &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/White_balance&quot;&gt;equilíbrio do branco&lt;/a&gt; sossegado em casa, em frente a um monitor bastante maior que o da máquina. Também dá muito mais liberdade para mudar o contraste, saturação, etc. Em duas ou três fotos isso deu jeito. Em quatro ou cinco gostava de ter o RAW, mas só fotografei JPG...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A conclusão é que não quero tirar fotos só em JPG. Só o faço porque às vezes estou longe do computador e preciso que o cartão de memória dure mais tempo. Pró natal quero um cartão de 2GB.
&lt;/p&gt;
</description>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2005 03:08:00 +0000</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Fotografia Digital</title>
		<link>http://www.pedrocr.net//tecnologia/fotografia_digital.php</link>
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		<description>&lt;p&gt;
Já passaram 3 meses, quase 2000 premires do botão e 15GB de fotos desde que tive a minha &lt;a href=&quot;/suecia/nova_paixao&quot;&gt;nova paixão&lt;/a&gt;. Agora que já a conheço melhor está na altura de escrever alguma coisa.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Antes da &lt;a href=&quot;http://www.dpreview.com/reviews/specs/Konica_Minolta/konicaminolta_5d.asp&quot;&gt;Minolta 5D&lt;/a&gt; usava uma &lt;a href=&quot;http://www.dpreview.com/reviews/specs/Canon/canon_sd300.asp&quot;&gt;Ixus 40&lt;/a&gt;. As diferenças são grandes e claro que não trocava de volta mas as máquinas pequenas também têm vantagens. A que mais diferença me faz é que antes tirar uma foto era algo normal que pouca gente notava. Agora, muitas vezes, trazer a máquina à cara altera a própria cena por trazer muita atenção e comentários. Paciência.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
As grandes vantagens que notei no digital foram:
&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
A conveniência de ter as fotos disponíveis no computador horas ou minutos depois de as tirar e sem precisar de ir a algum lado levar um rolo e pensar que é desta que vão perder aquela foto porreira que tirei hoje.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Descobrir rapidamente que a foto porreira que acabei de tirar afinal está desfocada, sobre-exposta e tremida. Tirar outra foto, corrigir duas destas coisas, repetir até ficar bem. Neste ponto descubro que tenho uma foto focada, bem exposta e nada tremida mas que não deixa de ser uma má foto. Descubro tudo isto em 5 minutos e é experiência que conta para a próxima.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
Por outro lado há desvantagens:
&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
A coisa mais ouvida depois de se tirar uma foto a alguém é: &quot;É digital? Deixa ver!&quot;. Se eu fosse um tipo social sabia aproveitar-me disto, como não sou... 
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
A &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Dynamic_range&quot;&gt;gama dinâmica&lt;/a&gt; dos sensores digitais é menor que a das películas tradicionais, principalmente do slide mas também do negativo. O que isto quer dizer é que é mais difícil capturar cenas de grande contraste de luz forte e sombra, como o pôr-do-sol. O facto de se poder ver logo a foto ajuda mas não deixa de ser mais difícil.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Os sensores digitais são muito sensíveis a sobre-exposição, produzindo zonas completamente brancas e contornos coloridos (púrpura geralmente). Isto deve-se à mais reduzida gama dinâmica mas também ao facto de que o negativo é muito pouco sensível a sobre-exposição. Vi referido que se pode sobre-expor um negativo 5 &lt;i&gt;stops&lt;/i&gt;, ou seja 32 vezes mais luz que o necessário, sem que isso se note. Em contrapartida os sensores digitais têm a tendência a serem muito bons a reter o detalhe nas sombras. Quem não tem medo de processar as fotos mais tarde pode dizer à máquina para sub-expor e depois trabalhar o resultado. Isto é mais fácil em máquinas que permitem obter o ficheiro RAW com os dados brutos vindos do sensor.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
Finalmente as grandes vantagens de uma máquina maior e mais pesada, com as lentes correspondentes são:
&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
Poder trocar a lente e usar uma lente sem zoom mas muito brilhante e &lt;i&gt;sharp&lt;/i&gt; é uma grande vantagem. Ter de carregar as lentes, e o trabalho de as trocar é chato, mas foi resolvido com uma &lt;a href=&quot;http://www.lowepro.com/Products/Sling_Bags/All_Weather_Cover/SlingShot_200_AW.aspx&quot;&gt;bolsa adequada&lt;/a&gt; (altamente recomendada). As minhas lentes favoritas são a &lt;a href=&quot;http://www.dyxum.com/lenses/detail.asp?IDLens=97&quot;&gt;100mm&lt;/a&gt; e a &lt;a href=&quot;http://www.dyxum.com/lenses/detail.asp?IDLens=9&quot;&gt;24mm&lt;/a&gt;. No entanto não gostaria de usar só uma delas.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Com uma lente luminosa e o sensor grande a profundidade de campo é mais pequena. Isto dá bons retratos em que a cara da pessoa está bem focada e o fundo está completamente desfocado.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
O facto do sensor ser maior permite que apanhe mais luz e que portanto tenha menos ruído. Enquanto que a maior parte das máquinas compactas não vão além dos ISO400 e mesmo assim já com muito ruído, nesta ISO1600 ainda é bastante decente e ISO3200 aceitável embora não muito bom.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Esta máquina e a sua irmã mais velha são as únicas nesta gama que possuem estabilização do sensor para reduzir o tremer nas imagens. O que isto quer dizer é que em situações de muito fraca iluminação, com a 24mm e a máquina a ISO1600 ou ISO800, chego a casa e descubro que ando a tirar fotos com instantâneos de 1/5 de segundo e a obter fotos impecáveis (&lt;a href=&quot;/fotos/476&quot;&gt;Exemplo&lt;/a&gt;).
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
Se estiverem fartos da vossa compacta digital e quiserem algo maior, mais pesado, mais chato de usar mas melhor vejam a &lt;a href=&quot;http://www.dpreview.com/reviews/specs/Konica_Minolta/konicaminolta_5d.asp&quot;&gt;Minolta 5D&lt;/a&gt;. Na sua classe e na minha opinião é a melhor escolha de todas, batendo as Nikon e Canon equivalentes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Para quem isto é desinteressante e enfadonho recomendo que vejam antes as &lt;a href=&quot;/fotos/&quot;&gt;fotos que vou tirando&lt;/a&gt;. Também é possível comentá-las, embora ninguém o faça.
&lt;/p&gt;
</description>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2005 19:34:00 +0000</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Conselhos Espaciais #2</title>
		<link>http://www.pedrocr.net//tecnologia/conselhos_espaciais_2.php</link>
		<guid>http://www.pedrocr.net//tecnologia/conselhos_espaciais_2.php</guid>
		<description>&lt;p&gt;
Continuando com os &lt;a href=&quot;/tecnologia/conselhos_espaciais&quot;&gt;conselhos para o futuro espacial&lt;/a&gt;:
&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
A construção da ponte das naves espaciais deve ser muito cuidada:
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
A ponte deve estar colocada no centro da nave, de forma a estar o mais protegida possível de ataques exteriores. Estamos a desenhar uma nave espacial, não um observatório, não liguem ao que dizem os arquitectos, a ponte não precisa de ter uma clarabóia.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
A estrutura deve ser tal que a trepidação da nave quando está sob ataque tanto quanto possível não seja sentida.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
É de evitar ter vigas pesadas que caiam em cima de alguém mal somos atacados.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Para que não saltem faíscas por todo o lado quando somos atacados invistam num bom isolamento nos controlos.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Com tantos controlos disponíveis é estúpido que seja preciso ir ao corredor 121, secção A7 quando queremos fazer uma coisa tão simples como usar o deflector principal para simular um torpedo de fotões. Tornem as coisas mais controláveis à distância.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
Se não é possível evitar a trepidação e os solavancos seria de tornar obrigatório o uso de cinto de segurança. A não ser que a explicação para isto seja que os oficiais da nossa frota espacial serão todos descendentes de taxistas portugueses e possuam uma aversão genética à coisa. Nesse caso estamos perdidos, já que a nossa falta de maneiras na condução espacial vai acabar por irritar alguma raça superior.
&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Se conseguirmos criar um robot com inteligência artificial avançada será de tomar todos os esforços necessários para criar mais. Para além da aparente capacidade superior de raciocínio seriam perfeitos para situações arriscadas já que será possível fazer backup das suas consciências e restaurá-las no caso de serem destruídos.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Se obtivermos tecnologia para ligar directamente ao córtex cerebral e produzir aparelhos que fazem com que possamos &quot;ver&quot; em frequências para além da luz visível será de produzir muitos e distribuí-los como equipamento padrão por toda a frota. 
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Se um dos nossos tripulantes tiver acabado de ser recuperado das mãos do inimigo convém verificar que não lhe foi colocado nenhum aparelho de espionagem.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Encher as naves espaciais com famílias completas é idiota. As missões no espaço são perigosas, as tripulações devem ser tão pequenas quanto possível.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</description>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2005 18:51:00 +0000</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Conselhos Espaciais</title>
		<link>http://www.pedrocr.net//tecnologia/conselhos_espaciais.php</link>
		<guid>http://www.pedrocr.net//tecnologia/conselhos_espaciais.php</guid>
		<description>&lt;p&gt;
Tenho visto vários filmes do Star Trek ultimamente. Não são nada de fantástico mas têm algum interesse e valor de entretenimento. Dito isso gostava de deixar aqui escritos alguns conselhos para o futuro da exploração espacial:
&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Se vão construir toda uma frota de naves espaciais e andar pela galáxia a arranjar inimigos deixem algumas naves junto à Terra. Nós temos uma afeição ao sítio e é chato ter de esperar por um dos planos arriscados do Kirk para nos salvar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Depender tanto de um único capitão é má política. Logo um que passa a vida em situações altamente arriscadas. Não pode durar sempre.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Por falar em arriscar o capitão seria boa ideia mudar a política sobre como abordar uma situação complicada num planeta distante. Mandar o capitão da nave à frente com dois ajudantes e umas armas de mão é capaz de ser inutilmente arriscado.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Para tornar mais difícil que nos roubem a nave ou matem a tripulação seria boa ideia pôr em quarentena quaisquer pessoas acabadas de chegar de um planeta estranho. Por razões parecidas convém ter a segurança por perto quando alguém chega.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
Se os nossos maiores inimigos têm um sistema de camuflagem tão bom que podem chegar à nossa beira e disparar sem que os vejamos até ao último momento será boa ideia passar a andar com os escudos ligados sempre que possível. Gastam muita energia? Isto é o futuro, a energia é barata! Se não fosse não andávamos por aí a passear de nave espacial.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
O futuro da nossa espécie depende deste tipo de coisas. Depois não digam que não avisei.
&lt;/p&gt;
</description>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2005 02:35:00 +0000</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>A cultura das linguagens de programação</title>
		<link>http://www.pedrocr.net//tecnologia/cultura_das_linguagens.php</link>
		<guid>http://www.pedrocr.net//tecnologia/cultura_das_linguagens.php</guid>
		<description>&lt;p&gt;
Hoje estava a estudar os &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Software_pattern&quot;&gt;padrões de software&lt;/a&gt; do famoso &lt;a href=&quot;http://c2.com/cgi/wiki?DesignPatternsBook&quot;&gt;GoF book&lt;/a&gt; e descobri que já tinha usado muitos dos padrões descritos sem saber que o estava a fazer. Primeiro achei que seria porque sou fantástico e consegui inventar aquilo tudo de novo sozinho. Quando o sangue me voltou a descer da cabeça percebi que a razão porque já conhecia aqueles padrões era que o Java utiliza muitas daquelas construções nas suas bibliotecas. Fui exposto a elas e, talvez inconscientemente, reutilizei-as. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
O ambiente de programação vale não só pela funcionalidade que tem mas pela cultura que vem atrás. Exemplos escolhidos ao acaso:
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
 &lt;li&gt;
 	O C é uma linguagem altamente poderosa e muito concisa e consistente mas as suas bibliotecas &lt;i&gt;standard&lt;/i&gt; são incompletas e desactualizadas. Um exemplo comum disto é o tratamento de erros. O C não tem excepções, os erros são passados como valores de retorno das funções. Por todo o lado há funções que podem retornar erros. A reacção vulgar do programador pouco experiente é ignorar os valores de retorno por completo. Mesmo os programadores experientes têm a tendência para se enganarem, já que a maneira de retornar o erro é diferente de função para função.
 &lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;
 	As linguagens OO acrescentam primitivas poderosas para a estruturação de programas. Pode-se programar em estilo imperativo nelas mas isso não acontece porque a cultura e a filosofia tanto da linguagem como das bibliotecas empurram o programador para a estruturação em objectos do seu código.
 &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;
As linguagens de programação não valem apenas pelas coisas giras que nos deixam fazer mas também pelas direcções filosóficas em que nos empurram. Dir-se-ia que tão importante como o que nos deixam fazer é o que não deixam, a forma como nos empurram para soluções diferentes das que estamos habituados por ser essa a filosofia da linguagem.
&lt;/p&gt;
</description>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2005 22:51:00 +0000</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>A oportunidade perdida do Java</title>
		<link>http://www.pedrocr.net//tecnologia/java.php</link>
		<guid>http://www.pedrocr.net//tecnologia/java.php</guid>
		<description>&lt;p&gt;
O &lt;a href=&quot;http://java.sun.com&quot;&gt;Java&lt;/a&gt; é uma tecnologia fantástica: a biblioteca, a máquina virtual, o JINI, a própria linguagem e muitas outras coisas que eu nem conheço. Hoje em dia o Java como plataforma parece estar destinado a falhar e a perder para o .NET. Isto só acontece porque a &lt;a href=&quot;http://www.sun.com/&quot;&gt;Sun&lt;/a&gt; foi demasiado possessiva em relação à tecnologia. Se tivesse distribuído o código do SDK com uma licença tipo BSD ou mesmo domínio público para servir de implementação de referência, hoje em dia teria muito mais aceitação no mundo &lt;i&gt;open source/free software&lt;/i&gt;. Como não o fez, durante muito tempo fugiu-se a programar em Java porque não existiam máquinas virtuais capazes de correr o software que não fossem comerciais. Este tempo foi suficiente para a &lt;a href=&quot;http://www.microsoft.com/&quot;&gt;Microsoft&lt;/a&gt; desenvolver o .NET que já tem uma implementação livre e muita aceitação por parte dos programadores de software livre. Se acrescentarmos a isto alguma superioridade técnica e o facto de passar a vir integrada no Windows vemos que o Java tem poucas hipóteses de concorrer.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A inovação tem destas coisas. Há um tempo durante o qual o novo produto está sozinho no mercado. Este tempo tem de ser aproveitado porque os produtos concorrentes vêm atrás a recuperar terreno.
&lt;/p&gt;
</description>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2004 01:58:00 +0000</pubDate>
	</item>
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